Psicoterapia para Adultos em São Paulo e Online

Há momentos em que continuar funcionando não significa estar bem.

Por fora, a vida pode continuar acontecendo como sempre. Você trabalha, assume responsabilidades, toma decisões e segue fazendo aquilo que precisa ser feito.

Mas alguma coisa pode ter mudado na maneira como você está vivendo tudo isso.

Talvez sua cabeça não desligue. Talvez você esteja se cobrando demais ou perceba que continua repetindo situações que gostaria de viver de outra maneira.

Às vezes, é possível identificar claramente o que está causando sofrimento.

Em outras, existe apenas a sensação de que alguma coisa não está bem, mesmo sem saber exatamente o quê.

Você não precisa chegar à psicoterapia sabendo explicar tudo o que está acontecendo.

Pode começar justamente por aquilo que ainda não consegue compreender.

Quero conversar sobre o que estou vivendo

Nem todo sofrimento faz a vida parar

Às vezes, ele passa a fazer parte da maneira como você vive.

É possível ser competente e viver com medo de fracassar.

Ter uma relação e sentir-se sozinho.

Ser reconhecido profissionalmente e nunca se sentir suficientemente bom.

Saber que precisa estabelecer limites e continuar dizendo sim.

Entender que determinada preocupação é excessiva e, ainda assim, não conseguir desligá-la.

Ou conquistar algo importante e, pouco depois, sentir que deveria ter conquistado mais.

Nem sempre dar conta significa estar bem.

Talvez você consiga continuar assim.

A pergunta é outra:

Você quer continuar assim?

O sofrimento pode aparecer de muitas maneiras

Nem todas as pessoas chegam à psicoterapia com uma explicação para aquilo que estão vivendo.

Algumas reconhecem ansiedade, medo ou crises de pânico. Outras percebem desânimo, isolamento, perda de interesse ou sintomas relacionados à depressão.

Há quem procure ajuda por dificuldades nos relacionamentos, medo de abandono, dependência emocional, ciúme, separações ou pela sensação de estar sozinho mesmo acompanhado.

Para algumas pessoas, o sofrimento aparece na autoestima e na maneira como se relacionam consigo mesmas. Autocobrança, perfeccionismo, insegurança, necessidade de aprovação ou a sensação persistente de nunca fazer o suficiente começam a ocupar espaço demais.

Também pode aparecer no trabalho. Pressão, responsabilidade, conflitos, esgotamento e burnout podem fazer com que seja cada vez mais difícil perceber onde termina aquilo que você faz e começa quem você é.

Em outros momentos, o sofrimento aparece diante de uma perda ou mudança importante, na dificuldade de tomar uma decisão ou em comportamentos que se repetem apesar das consequências.

E existem situações em que nenhum desses nomes parece suficiente.

A vida pode estar aparentemente organizada e, ainda assim, existir vazio, insatisfação ou falta de sentido.

Nem todo sofrimento precisa chegar com um nome para merecer ser compreendido.

Às vezes, você entende o que acontece e continua fazendo a mesma coisa

Você sabe que precisa dizer não.

E diz sim.

Quer proximidade, mas se afasta quando alguém se aproxima.

Sabe que determinada relação faz sofrer, mas teme perdê-la.

Deseja mudar e, ao mesmo tempo, encontra razões para permanecer exatamente onde está.

Conhece sua história. Percebe alguns de seus padrões. Talvez consiga até explicar por que determinadas coisas acontecem.

E isso não significa que consiga fazer diferente.

Existe uma diferença entre compreender alguma coisa intelectualmente e conseguir responder a ela de outra maneira.

Autoconhecimento não é apenas conseguir explicar a si mesmo.

Na psicoterapia, podemos observar como pensamentos, emoções, comportamentos, relações, experiências e escolhas se articulam no presente.

A pergunta deixa de ser apenas:

“Por que eu sou assim?”

E pode passar a incluir:

“O que mantém isso acontecendo?”

Reconhecer um padrão é importante. Compreender o que o sustenta permite começar a trabalhar sobre ele.

“Será que eu tenho alguma coisa?”

Talvez essa pergunta tenha começado depois de um vídeo, de uma postagem, de uma conversa ou do relato de alguém com quem você se identificou.

TDAH. Transtorno bipolar. Borderline. Depressão. Ansiedade. TOC. Trauma. Burnout.

Hoje existe muito mais informação sobre saúde mental. Isso pode ajudar alguém a reconhecer dificuldades que antes não conseguia nomear.

Mas reconhecer-se em alguns sintomas não é o mesmo que compreender clinicamente o que está acontecendo.

Dificuldade de concentração e procrastinação, por exemplo, não significam necessariamente TDAH.

Oscilações de humor não são suficientes para concluir que existe transtorno bipolar.

Medo de abandono ou relações intensas, isoladamente, não determinam transtorno de personalidade borderline.

Da mesma maneira, exaustão não é automaticamente burnout, assim como tristeza não significa necessariamente depressão.

A informação pode levantar uma pergunta. Não precisa antecipar a resposta.

Você pode trazer uma hipótese ou uma dúvida para a psicoterapia.

Ela pode ser o começo de uma conversa clínica. Não precisa ser sua conclusão.

Quando houver necessidade de uma investigação diagnóstica específica ou da participação de outro profissional, essa possibilidade poderá ser considerada.

A pessoa vem antes do método

Uma pessoa não é um diagnóstico.

Também não é um conjunto de sintomas que precisa ser encaixado em um protocolo.

Duas pessoas podem chegar dizendo “tenho ansiedade” e estar vivendo experiências bastante diferentes.

A história é diferente. As relações são diferentes. O contexto é diferente. Aquilo que desencadeia ou mantém o sofrimento também pode ser.

Isso não significa trabalhar sem referência clínica.

Tenho pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental e formação em EMDR, e utilizo conhecimentos e recursos clínicos de acordo com a compreensão de cada caso e com aquilo que está sendo trabalhado no processo.

Conhecimento técnico, método e recursos terapêuticos precisam estar a serviço da compreensão da pessoa que está ali.

A pessoa vem antes do método.

O método não desaparece. Ele deixa de ocupar o lugar da pessoa.

Escutar é fundamental, mas meu trabalho não termina na escuta.

Minha maneira de trabalhar é participativa.

Faço perguntas, proponho reflexões e observo relações entre aquilo que você pensa, sente, faz, evita e repete. Quando se tornam importantes para o processo, contradições também podem ser retomadas e algumas certezas podem ser questionadas.

Isso não significa dizer como você deveria viver.

Não cabe a mim decidir se você deve terminar uma relação, mudar de emprego, perdoar alguém ou escolher determinado caminho.

Meu papel não é escolher por você.

É participar de um processo que amplie sua compreensão e sua possibilidade de fazer escolhas.

A psicoterapia é uma conversa, mas não uma conversa qualquer.

Fazer diferente nem sempre significa deixar de sentir

O objetivo da psicoterapia não precisa ser fazer com que toda ansiedade, insegurança, medo ou conflito desapareçam.

Talvez a ansiedade ainda apareça, mas sem determinar tantas escolhas.

Talvez estabelecer um limite continue sendo desconfortável, mas deixe de produzir tanta culpa.

Talvez você reconheça um padrão antes de simplesmente repeti-lo.

Talvez uma crítica deixe de significar que você fracassou.

Talvez uma decisão continue difícil, mas deixe de parecer impossível.

A complexidade da vida não desaparece.

O que pode mudar é a maneira como você consegue responder a ela.

Quem estará do outro lado da conversa importa

Sidney Machado, psicólogo e neuropsicólogo, em seu consultório

Sidney Machado

Psicólogo e Neuropsicólogo | CRP 06/118803

Minha trajetória profissional sempre esteve ligada à compreensão do comportamento humano.

Na clínica, procuro compreender não apenas o que uma pessoa está vivendo, mas como aquilo aparece em sua vida, o que pode estar sustentando determinadas dificuldades e o que precisa ser trabalhado.

Minha experiência profissional também me colocou, durante muitos anos, diante de pessoas que precisam tomar decisões, lidar com responsabilidades, relações, pressão e mudanças.

Isso não transforma psicoterapia em consultoria.

Na clínica, o papel é outro.

É possível ser extremamente competente em muitos aspectos da vida e, ainda assim, encontrar questões para as quais inteligência, experiência ou capacidade de resolver problemas não oferecem uma resposta suficiente.

Por isso, considero importante compreender a pessoa que existe para além dos papéis que ela precisa desempenhar.

Como começa?

Você não precisa contar toda a sua história no primeiro encontro.

Também não precisa chegar com um diagnóstico, um objetivo perfeitamente formulado ou saber exatamente o que dizer.

O começo serve justamente para compreender por que você procurou psicoterapia agora.

A partir daí, construímos uma compreensão sobre aquilo que está acontecendo, o que você deseja trabalhar e como o processo pode ser conduzido.

Algumas pessoas chegam com objetivos claros. Para outras, compreender o que precisam trabalhar já faz parte do processo.

As questões podem mudar, assim como a importância que cada uma delas assume ao longo do tempo.

Não existe um roteiro idêntico para todas as pessoas.

Atendimento presencial em São Paulo e online

Psicoterapia individual para adultos, presencialmente em São Paulo ou online.

A modalidade pode ser conversada no primeiro contato.

Talvez ainda exista uma dúvida antes de começar

Você não precisa chegar com uma resposta.

Pode começar pela pergunta.

Talvez você saiba exatamente o que gostaria de trabalhar.

Talvez esteja procurando compreender melhor aquilo que está vivendo.

Ou talvez saiba apenas que não quer continuar vivendo alguma coisa da mesma maneira.

Isso já pode ser um começo.

Sidney Machado
Psicólogo e Neuropsicólogo | CRP 06/118803