O que trouxe
você até aqui?
Psicoterapia
Não é uma conversa em que você fala e eu apenas escuto.
Atendimento individual para adultos e terapia de casal.
Você traz
Uma situação, um incômodo, uma dúvida ou até algo que você ainda não sabe explicar. É a partir do que está acontecendo com você que a conversa começa.
Eu devolvo
Não fico apenas ouvindo. Pergunto, faço relações, aponto o que percebo e, quando necessário, questiono. A ideia é fazer você enxergar também o que sozinho talvez ainda não esteja vendo.
Nós construímos
Não parto de uma resposta pronta sobre o que você deveria fazer. O caminho vai sendo construído a partir do que descobrimos sobre você, sua história e a forma como você vive.
Minha forma de atuar
A pessoa vem antes do método.
Duas pessoas podem chegar à terapia com o mesmo medo:
“Tenho medo de ficar sozinho.”
Pessoa A
“Por isso permaneço em relações que sei que me fazem mal.”
Pessoa B
“Por isso evito me envolver profundamente com alguém.”
Mesmo medo.
Respostas diferentes.
Por isso, saber o que você sente é só o começo. Quero entender o que isso significa na sua vida, o que faz você agir como age e por que alguns caminhos se repetem enquanto outros parecem nunca acontecer.
“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”
O que aconteceu faz parte da sua história. Mas não precisa determinar, sozinho, o que você fará a partir dela.
Sobre
Sidney Machado
Psicólogo e Neuropsicólogo

Minha trajetória profissional sempre esteve ligada ao comportamento humano. São três décadas trabalhando com pessoas, liderança, comunicação, decisões, conflitos e desenvolvimento.
Há 13 anos, passei a atuar como psicólogo. A experiência clínica se somou a tudo o que aprendi ao longo dos anos observando pessoas em contextos muito diferentes, suas escolhas, relações, dificuldades e possibilidades de mudança.
Hoje, essa combinação entre experiência e formação faz parte da maneira como compreendo cada pessoa que chega até mim.
Formação e experiência
Uma trajetória construída entre prática e formação.
- Psicólogo e Neuropsicólogo
- Pós-graduação em Neuropsicologia
- Pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental
- Formação em EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares)
- Formação em Programação Neurolinguística (PNL)
- Certificação Internacional em Coaching (ICC)
Treinamentos, Liderança e Mentoria
Três décadas de experiência em desenvolvimento de pessoas, liderança, vendas e comportamento nas organizações. Desenvolvo treinamentos, programas para líderes e equipes, mentorias e projetos construídos a partir das necessidades de cada profissional ou organização.
Quero saber mais sobre essa atuaçãoAvaliação Neuropsicológica
Quando a dúvida também precisa de resposta.
Às vezes, perceber que alguma coisa mudou ou que sempre funcionou de determinada maneira não é suficiente. Você quer entender o que está acontecendo, por que acontece e o que esses sinais podem significar.

Algumas questões que podem levar a uma avaliação
Por que tenho tanta dificuldade para me concentrar?
Sempre fui assim ou alguma coisa mudou?
É ansiedade, TDAH ou outra coisa?
Por que minha memória não funciona como antes?
Há uma explicação para o que estou percebendo?
Uma avaliação não começa pela resposta. Começa pelas perguntas certas.
É investigar hipóteses, compreender padrões e reunir informações para chegar a conclusões fundamentadas.
O que podemos investigar
Atenção
Memória
Funções executivas
Linguagem
Raciocínio
Aspectos emocionais e comportamentais
Alguns motivos de procura
- TDAH em adultos
- Alterações de memória e atenção
- Dificuldades cognitivas
- Investigação diagnóstica
- Diagnóstico diferencial
- Mudanças no funcionamento cognitivo
Uma conclusão não vem de uma única fonte.
Entrevista clínica
História da pessoa
Instrumentos e testes neuropsicológicos
Observação clínica
Integração dos resultados
O resultado precisa contar uma história coerente.
Ao final, os diferentes dados são analisados em conjunto para compreender como a pessoa funciona, responder às questões que motivaram a avaliação e orientar os próximos passos.
Há algo sobre você que gostaria de compreender melhor?
Motivos de busca
O que você está vivendo?
Nem sempre aquilo que nos traz à terapia começa com um diagnóstico. Às vezes começa com algo que passou a ocupar espaço demais na vida.
Minha cabeça não desliga. Quando uma preocupação termina, parece que minha mente já encontrou a próxima.
Não é apenas tristeza. Parece que está tudo cinza, e até aquilo que antes dava prazer pode deixar de interessar.
Por que acabo vivendo relações tão parecidas, mesmo quando prometo a mim mesmo que dessa vez vai ser diferente?
Eu sei o que preciso fazer. O problema é conseguir começar, me organizar e chegar até o fim.
Há períodos em que parece que funciono em outro ritmo. Mudam minha energia, meu sono, meus pensamentos e até a forma como tomo decisões.
Às vezes sinto tudo intensamente demais. Minhas emoções, minhas relações e até a forma como vejo as pessoas podem mudar muito rápido.
Eu sei que preciso pensar mais em mim. Mas a ideia de perder essa pessoa pesa mais do que eu gostaria.
Continuei dando conta por tanto tempo que quase ninguém percebeu o quanto eu já estava no limite.
Às vezes entro em uma conversa querendo resolver uma coisa e termino discutindo sobre outra. Quando percebo, estamos novamente no mesmo lugar.
Tem coisas que eu evito porque parecem mais fáceis de não enfrentar. O problema é quando aquilo que evito começa a decidir como eu vivo.
A vida continuou, mas aquilo que perdi ainda ocupa um lugar que nem sempre sei como carregar.
Minha vida pode até estar funcionando. Mas por que, ainda assim, parece faltar alguma coisa?
O que trouxe você até aqui não precisa estar nesta lista.
Terapia de casal
Às vezes, o problema não é o que aconteceu. É o que continua acontecendo entre vocês.
Há relações em que as mesmas discussões mudam de assunto, mas parecem terminar sempre no mesmo lugar.
Um fala e não se sente ouvido.
O outro se defende e não se sente compreendido.
Aquilo que deveria aproximar começa a produzir distância.
Na terapia de casal, o foco não é descobrir quem está certo. É compreender o que acontece entre vocês quando tentam se entender.

Pessoa A
“Eu tento conversar, mas parece que nada muda.”
Pessoa B
“Parece que qualquer coisa que eu diga vira uma discussão.”
Muitas vezes, não é uma frase isolada que mantém o conflito. É a forma como um reage ao outro e como essa dinâmica vai se repetindo.
Sessões de casal: 1 hora.
Conversar sobre a relação pode ser um começo.FAQ
Contato